Wellington foi visto pela última vez no dia 14 de dezembro, após uma corrida do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, ao bairro Belvedere, região Centro-Sul de Belo Horizonte. Há a suspeita de que após um surto psicológico, o taxista teria rumado para o Paraná, percorrendo todo o trajeto a pé.
De acordo com o Delegado Lucas Coutinho, presidente do inquérito policial, a localização de Wellington demonstrou que uma das linhas investigativas levantadas pela PCMG estava correta. "Dado o histórico repassado pela família à Polícia, trabalhamos com a hipótese de que ele poderia ir a Umuarama procurar os pais, que na verdade estavam em Belo Horizonte, auxiliando nas buscas", disse. Ainda segundo Coutinho, graças ao empenho da equipe, foi possível descartar a hipótese de uma ação criminosa, o que possibilitou reforçar a divulgação do desaparecimento em Umuarama também.
Wellington foi reconhecido por um cidadão da cidade paranaense, na manhã de hoje, enquanto passava próximo à casa dos pais. De imediato, o irmão do desaparecido foi acionado e as diligências tiveram início para encontrá-lo.
Já na Delegacia, Wellington demonstrou sinais de surto psicológico, o que motivou o pedido por parte da PCMG para uma internação psiquiátrica provisória até que a família pudesse ir ao seu encontro. "Tentamos conversar com ele por vídeochamada, mas ele parecia muito desorientado. Ainda não sabemos as razões exatas do que poderia ter provocado isso", comentou o Delegado. Ele acrescentou que o inquérito policial será arquivado e a PCMG dará baixa ao cartaz de desaparecimento. "Gostaria de agradecer enormemente ao apoio da equipe da Delegacia de Umuarama pelo profissionalismo e suporte nas investigações", concluiu.



