Suspeito de envolvimento em latrocínio é preso pela PCMG

Por ASCOM-PCMG 13/09/2019 13h48

Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu mandado de prisão temporária expedido pela justiça contra Luiz Marcelo Nascimento Santos, de 23 anos, conhecido como ¿Guimé da Serra¿, em Belo Horizonte. Ele é um dos suspeitos de participar do latrocínio que vitimou um homem de 32 anos, crime ocorrido no dia 5 de fevereiro deste ano, na Praça da Estação.

Na ocasião, a vítima sofreu uma pancada forte na cabeça e esganadura, morrendo três dias depois, quando estava internada no hospital João XXIII. Durante o crime, o aparelho celular e a carteira do homem foram roubados, sendo os cartões bancários utilizados horas depois do fato.

Outros dois indivíduos, Aline Guimarães Lisboa, de 34, e Iago Gonçalves Martins, de 22, também são suspeitos de participação no crime e tiveram a prisão temporária decretada. Ambos estão foragidos. Uma mulher, a princípio identificada pelo nome Jéssica, ainda não qualificada, também teria participado do crime.

Investigação

Segundo o chefe do 1º Departamento de Polícia Civil em Belo Horizonte, Delegado-Geral Wagner Sales, o homem teria caído no golpe conhecido como ¿boa noite, Cinderela¿. O Delegado explicou que ¿A vítima voltava para casa quando foi abordada por Aline e Jéssica, e foram para um bar na região central da cidade. Nesse local, elas colocaram um remédio na bebida da vítima que teve a sua capacidade cognitiva reduzida¿.

Ainda conforme Sales, ¿Elas chamaram o suspeito, Luiz, para ajudá-las e dar suporte à consumação do crime. Eles levaram vítima para ao museu próximo à Praça da Estação onde, provavelmente, houve uma resistência por parte da vítima em fornecer seus bens ou a senha bancária, sendo ela agredida¿, ressaltou.

Levantamentos indicam que, ainda na madrugada do dia 5, Aline e Luiz realizaram compras com o cartão da vítima. ¿Fizemos um trabalho de inteligência e de cruzamento da dados, onde foi possível localizar imagens dos suspeitos utilizando o cartão da vítima em uma drogaria na cidade. Duas transações foram realizadas em máquinas de cartão de crédito de dois taxistas, no valor de R$ 1 mil reais cada, sendo que cada taxista ficou com 30% desse valor. A conduta dos taxistas ainda está sendo apurada nas investigações¿, acrescentou o Delegado.

Já o suspeito Iago teria utilizado o celular da vítima horas após o crime e vendido o aparelho em um shopping popular de Santa Luzia.

Foragidos

O delegado acredita que, com a divulgação das fotos dos suspeitos, a população possa ajudar a polícia a encontrá-los. ¿A importância dessa coletiva é contar com o apoio da população em denunciar e nos ajudar a localizar os suspeitos que estão foragidos e, assim, individualizar a conduta de cada um deles na cena do crime¿, concluiu.

A ação foi realizada pela 1ª Delegacia de Polícia Civil Centro, pertencente ao 1º Departamento de Polícia Civil em Belo Horizonte.

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