Uma ação conjunta entre as polícias Civil e Militar e o Ministério Público de Minas Gerais, realizada na manhã desta quinta-feira (07), resultou na prisão de Mário Augusto Faleiro Neto, 25 anos, o “Maru”, e na apreensão de diversos materiais usados para pichação, além de objetos que fazem apologia ao crime. Durante a atividade, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva. Essa operação dá continuidade aos trabalhos de investigação sobre a pichação na igrejinha de São Francisco de Assis, na Pampulha, no dia 21 de março.
De acordo com o delegado Aloisio Fagundes, responsável pelas investigações, durante a apuração do caso da igrejinha da Pampulha, foram identificados outros suspeitos de praticarem o crime de pichação na capital. “Trabalhamos duro nesse caso e conseguimos chegar a outros dois suspeitos. Estivemos na casa deles hoje e tivemos êxito em encontrar vasto material usado em pichações, como spray, tintas, desenhos, cadernos, papéis avulsos com desenhos, além de um dichavador – usado para triturar fumo -, computadores, celulares, chip de celulares e camisas de apologia ao crime”, explicou. “Já identificamos também que o Mário os outros dois suspeitos já picharam juntos em alguns locais da cidade e assim descobrimos uma ligação entre eles”, acrescentou.
O “Maru”, como é conhecido pelos pichadores, está preso e foi indiciado pelo crime de dano ao patrimônio público, com agravante por se tratar de uma obra de patrimônio histórico-cultural. Ele também poderá responder por associação criminosa. Os outros dois suspeitos poderão responder por pichação, incitação ao crime e pichação.
A delegada Elizabeth Terezinha de Oliveira Dinardo Abreu, que acompanhou as investigações, disse que essa prisão foi uma resposta à população. “Espero que essa ação deixe os pichadores receosos e que isso sirva de exemplo para os outros. A Polícia Civil já tem várias assinaturas de pichadores catalogadas e estamos trabalhando para identificar os responsáveis pelas pichações em nossa cidade e puni-los, conforme a lei”, disse.
As investigações continuam no intuito de identificar outros suspeitos de pichar em Belo Horizonte.
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