A Polícia Civil de Minas Gerais, após um longo trabalho de investigação, conseguiu identificar e prender integrantes de várias organizações criminosas que praticavam crimes de roubo em residências e estabelecimentos comerciais da capital. Entre os suspeitos estão Douglas Gualberto de Oliveira, 29 anos, conhecido como Codorna, Sandro Jochman Ferreira Branco, o menor T.C.S.G., Caio Rangel Diniz Carvalho, o Caio Capeta, 23, o menor R.P.S., Tales Eduardo Sales dos Santos, 19, Gean Cristian dos Santos Coimbra, 20, e Pedro Henrique Bitaraes Reis, 20.
Douglas, Sandro e o menor T.C.S.G. são os suspeitos de invadir, no dia 26 de junho do ano passado, uma sala situada na Rua São Paulo, no Centro de Belo Horizonte. Durante a ação, eles amarraram as vítimas pelos pés e mãos e subtraíram, sob intensas ameaças, diversos aparelhos de telefone celular e a quantia de R$ 400 mil. De acordo com o delegado Thiago Machado, responsável pelas investigações, o crime foi premeditado. “O Codorna foi quem planejou o crime e recrutou os dois comparsas. Em continuidade ao trabalho, conseguimos identificar o Sandro, que confessou ter participado do crime”, explicou.
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Presos
“O Caio participou de um roubo à residência, ocorrido no dia 13 de janeiro deste ano, no bairro Carlos Prates. Ele e o menor R.P.S. invadiram o imóvel e mantiveram um casal refém enquanto subtraíram diversos objetos. Foram Levados um Kia/Cerato, uma televisão, dois telefones celulares, uma par de alianças e uma corrente de em ouro, entre outros objetos”, completou. Caio é conhecido por se associar a outros indivíduos residentes na Vila dos Marmiteiros, que vêm praticando diversos crimes de roubo a residências.
Por fim, foi identificada uma associação criminosa responsável por diversos crimes de roubo, dentre eles um ocorrido dia 19 de dezembro de 2015, no bairro São Gabriel, onde os criminosos abordaram a vítima R. N. em frente à residência de um bombeiro militar e sua família e sob agressões, com coronhadas, mantiveram todos em cárcere privado por cerca de duas horas e meia.
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Material apreendido
O bombeiro militar sofreu tortura física e psicológica quando os autores avistaram uma bota do seu fardamento. Ele recebeu várias ameaças de morte, até que foi comprovado que não se tratava de um policial. Foram subtraídos o veículo Mitsubishi/Pajero, aparelhos de telefone celular, inúmeros relógios e perfumes. Da residência foram subtraídos dois veículos (Yamaha/XT 600 e VW/Gol), uma pistola calibre 380, duas televisões, uma bicicleta, dois notebooks, perfumes, dinheiro, joias e etc.
As investigações continuam no intuito de identificar outros roubos que esses suspeitos possam ter cometido e para que apareçam novas vítimas dessas associações criminosas.
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