A Polícia Civil de Minas Gerais, por meio dos departamentos de Homicídios e de Investigação de Crimes contra o Patrimônio, apresentou, nesta segunda-feira (9), a empresária Kênia Mara de Souza, de 39 anos, e David de Oliveira, de 22, suspeitos do latrocínio que vitimou o motorista José Carlos de Lima, no dia 19 de outubro deste ano, em Belo Horizonte.
Proprietária de uma empresa de transformadores e de caminhões Munck (veículos com guindastes específicos para o transporte de produtos pesados), Kênia foi contratada para descarregar dois transformadores em uma empresa localizada no Anel Rodoviário de Belo Horizonte. Ciente de que a carga viria do estado de São Paulo e que estava avaliada em aproximadamente R$ 360 mil, ela ordenou que o ex-funcionário David roubasse o material.
No dia 19 de novembro, Kênia levou o ex-funcionário e um comparsa para o local do crime, onde a vítima José Carlos de Lima aguardava a abertura das portas da empresa para descarregar o material. No local, David e o comparsa cometeram o assalto e o mataram. O corpo do motorista José Carlos foi encontrado na Avenida Renato Azeredo, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, no mesmo dia do crime.
Três dias após o roubo, Kênia alterou as especificações e características dos transformadores e os ofereceu à empresa mineira que havia alugado os produtos de São Paulo e não recebeu. A empresária pretendia receber R$ 37 mil por mês pelo aluguel dos produtos roubados.
A suspeita foi detida e encaminhada ao Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) Centro-Sul. David foi preso e levado para o Ceresp da Gameleira. As investigações continuam, visando localizar e prender uma terceira pessoa envolvida.
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