O crime ocorreu em maio deste ano, na casa do investigado de 59 anos. O corpo foi transportado no carro do suspeito e enterrado com as mãos e os pés amarrados. A delegada Thays Regina Silva conta que o cadáver foi encontrado uma semana após, em estado de putrefação, e encaminhado ao Posto Médico-Legal, sendo liberado para a família após os trâmites legais. Um dia antes, parentes da vítima haviam registrado o desaparecimento dela.
Durante as investigações, os suspeitos foram ouvidos na Delegacia de Homicídios e negaram a autoria do crime. Entretanto, ontem, após o cumprimento dos mandados de prisão preventiva, eles confessaram. Segundo apurado, a motivação seria um desentendimento após os investigados acusarem a vítima de ter furtado um aparelho celular e certa quantia em dinheiro.
Os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional, onde estão à disposição da Justiça.



