A vítima procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) após o investigado, mediante o uso de violência e grave ameaça, ter cometido o abuso. A adolescente alegou que apenas não houve conjunção carnal porque ela reagiu e conseguiu fugir do local.
Após trabalho investigativo, a PCMG representou pela prisão preventiva do investigado, que oferece risco não só a vítima, a qual tem acesso pelo convívio familiar, como também à sociedade, uma vez que na maioria dos casos de pedofilia, os abusadores voltam a cometer os abusos.
O inquérito policial foi concluído e remetido à Justiça.



