O 13º Departamento de Polícia Civil orienta a toda a população sobre o “golpe do falso sequestro”, que vem ocorrendo não só em Minas, mas em todo o país.
Atualmente, com a grande popularização dos aparelhos celulares, surgiu um novo tipo de crime, cada vez mais praticado pelos criminosos, o “golpe do falso sequestro”. Neste crime, os bandidos ligam para as vítimas e tentam, por meio de pressão psicológica, obter dinheiro dizendo que um parente próximo está sequestrado e sob ameaça de morte. Com isto, exigem dinheiro ou créditos de celulares pré-pagos em troca da liberação da suposta vítima do sequestro.
Apesar de inúmeras informações, é comum pessoas caírem neste golpe, só que infelizmente a maioria não é registrada, por isto, a importância de repassar algumas orientações sobre como evitar este tipo de crime:
• Não receba ligações a cobrar: Se o interlocutor for desconhecido, desligue. Policiais e bombeiros não telefonam para informar sobre acidentes (a tarefa cabe aos hospitais), nem ligam a cobrar.
• Não ajude o bandido dando-lhe informações: O nervosismo faz com que muita gente, sem perceber, acabe passando aos bandidos informações que serão usadas para pressioná-las. Em nenhuma hipótese revele nomes de parentes a desconhecidos por telefone.
• Tire os adesivos do carro: Adesivos com o nome da academia de ginástica ou da faculdade, assim como placas que reproduzem o apelido dos motoristas (Bia, Léo etc.), além de páginas em redes sociais, são preciosas fontes de informação para os bandidos. Evite e peça aos seus filhos para evitarem este tipo de conduta, conhecida como “currículo automotivo”.
• Oriente também os idosos: Tanto ou mais do que crianças e empregadas, são as pessoas idosas da família as mais vulneráveis à manipulação dos bandidos. Muitas vezes, por se sentirem sozinhas, elas podem prolongar conversas com desconhecidos e acabarem por municiar criminosos.
• Pare para raciocinar: O pânico diante da possibilidade de um parente estar acidentado ou sequestrado faz com que muitas pessoas deixem de tomar atitudes óbvias, como checar se a informação é verdadeira. Segundo a Polícia, frequentemente as vítimas deixam de ligar para o suposto sequestrado, não porque são impedidas de fazê-lo, mas porque a ideia não lhes ocorre no momento de desespero.
• Desconfie de ligações longas: Segundo estatísticas da Polícia, 90% dos primeiros contatos telefônicos feitos por sequestradores reais duram menos de um minuto. Por temerem ser rastreados, eles nunca fazem ligações longas.
• Duvide do choro das vítimas: Apelos chorosos de supostos sequestrados têm sido usados com frequência pelos golpistas. A Polícia sabe que raramente sequestradores telefonam do mesmo lugar em que está a vítima. Sabem que podem ser rastreados e ter o cativeiro descoberto.
• Faça o registro na Polícia: Se você cair no golpe, não deixe de registrar a ocorrência na Polícia. De posse de informações como o número de origem da chamada criminosa ou o número da conta em que o “resgate” foi depositado, a Polícia pode identificar o criminoso e evitar que mais pessoas sejam vítimas dele.
• Desobedeça ao bandido: Ligue para o suposto sequestrado, ainda que o bandido diga para não fazê-lo. Se conseguir contato, o caso está resolvido. Se não, tente um amigo ou parente dele. A hipótese de um sequestrador real fazer essa ameaça é remota – bandidos não vão matar a vítima, e perder seu trunfo, apenas porque o celular dela tocou.
Divulgação PCMG

O chefe do 13º Departamento de Policia Civil em Barbacena Saed Divan
e o delegado de Barroso Alexsander Soares participaram da coletiva
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Texto: Ana Paula Batista e Silva
Revisão: Iriana Mol



