Polícia Civil identifica suspeito de pichar Igreja na Pampulha

Por ASCOM-PCMG 23/03/2016 18h46

Denúncia anônima foi preponderante para elucidação do caso

                                                                                    Divulgação PCMG

Coletiva de imprensa

A Polícia Civil de Minas Gerais identificou, nesta quarta-feira (23), o responsável por pichar a Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, na última segunda-feira (21). Mário Augusto Faleiro Neto, de 25 anos, confessou à polícia ser autor do ato de vandalismo e que teria planejado um suposto protesto contra a situação da barragem que se rompeu em Mariana.

Durante oitiva, ele afirmou, ainda, que teria sido visto por testemunhas no momento da pichação e que não conseguiu completar o “ato de protesto”.  O delegado Murillo Lima, destaca, contudo, que as demais pichações de Mário, já identificadas em diversas regiões de Belo Horizonte, não apresentam nenhuma conotação ideológica, o que enfraquece o argumento do investigado.

“O suspeito será indiciado por dano ao patrimônio público, com agravante por se tratar de uma obra de patrimônio histórico-cultural. A pena é de seis meses a um ano de detenção”, destacou o delegado Aloísio Fagundes, também responsável pelas investigações.

Denúncia anônima

A Polícia Civil chegou até Mário a partir de pistas deixadas nas redes sociais. Os investigadores puderam identificar pichações com as mesmas características das encontradas na Igreja, registradas em diversas regiões da capital. A partir disso, a equipe se baseou em uma pichação específica que continha a assinatura conjunta de Mário e de outro suspeito. O outro investigado foi intimado para ser ouvido, mas não colaborou com as investigações.

 

                                                                                    Divulgação PCMG

Mário Augusto Faleiro Neto



Em diligências a uma loja, no bairro Ipanema, que seria frequentada por compradores de produtos de pichação, os policiais também descobriram que Mário seria um dos consumidores, mas o proprietário não soube informar o nome real do suspeito. Foi com base em uma denúncia anônima, que dava conta do primeiro nome de Mário e de que ele residiria no bairro Marilândia, na região do Barreiro, que a polícia foi ao encalço do suspeito.

No local indicado, Mário não foi encontrado, mas seus familiares receberam por ele a intimação para ser ouvido na delegacia. Nesta quarta-feira (23), Mário, acompanhado de seu advogado, se apresentou à delegacia de polícia e confirmou os fatos.



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