Polícia Civil deflagra operação Larápios em Juiz de Fora

Por ASCOM-PCMG 01/10/2019 16h57

Divulgação/PCMG

Na segunda-feira (30), a Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou, em Juiz de Fora, a operação "Larápios" para cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão em desfavor de suspeitos de cometerem roubos no município, entre os meses de junho e agosto deste ano. Após investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos, foi possível identificar os autores - que foram reconhecidos pelas vítimas -, e localizar e prender três investigados, de 30, 32 e 33 anos.

De acordo com informações do Delegado Rafael Gomes, o suspeito mais velho, que possui diversas passagens pela Polícia, teria praticado o crime de roubo no Bairro Mariano Procópio. Uma mulher estaria com os dois filhos no interior de um veículo, em agosto, quando foi surpreendida pelo investigado, que fazia o uso de uma garrafa quebrada. Ele teria subtraído os aparelhos celulares das vítimas.

Investigações apontam que o homem de 32 anos, com passagens pela Polícia por porte ilegal de arma de fogo, teria cometido um roubo, no dia 29 de julho. Na ocasião, duas jovens que se encontravam em um bar, no Bairro São Mateus, foram surpreendidas pelo suspeito. Ele portava uma arma de fogo na cintura e, mediante grave ameaça, subtraiu os pertences das vítimas, evadindo do local em seguida.

Segundo a autoridade policial, o outro investigado, que possui mais de 22 folhas de antecedentes criminais, é suspeito de roubar um homem na região central da cidade. "Ele se aproveitou de um momento de distração da vítima para empurrá-la. No chão, a vítima foi agredida com socos e chutes", disse. Ainda conforme o Delegado, nessa ação, há um quarto investigado, de 33 anos, que se encontra foragido. Ele é suspeito de ter cometido um roubo no dia 17 de julho, no Bairro Ladeira.

Os três homens foram encaminhados ao sistema prisional e as diligências seguem em andamento. "Desde que assumimos a Delegacia Especializada, estamos mapeando autores contumazes nessa modalidade criminosa, mas também aqueles que, no momento do crime, empregam violência física e psicológica contra a vítima. São casos em que os autores não se contentam em apenas subtrair bens, mas em agredir, ameaçar", concluiu, informando que essa é a primeira fase da operação e outras ações serão realizadas com a finalidade de prender mais suspeitos.

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