PCMG prende organização criminosa por clonagem de vale-transporte

Por ASCOM-PCMG 05/10/2017 18h53

 A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta semana, a operação “Teleporte” que resultou na prisão de seis pessoas por envolvimento em um esquema de clonagem de cartões. Foram presos: Tales Diego Batista, de 20 anos; Kayan Henrique Ferreira Farias, 19; Junio Pedro Batista de Araújo, 33; Maxiliano Francisco de Matos, 24, Weliton Ferreira da Luz, 31, e Bruno Igor Fortes Patrício, de 21 anos.

 
As investigações revelaram que a organização criminosa clonava os cartões de vale-transporte pertencente ao “Consórcio Ótimo”, empresa responsável pela emissão e pela recarga de cartões de transporte na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Além de clonar, o grupo recarregava os cartões com quantias entre R$ 250 e R$ 300. Em seguida, eles vendiam as passagens em pontos de ônibus por um preço inferior ao cobrado pela empresa vítima. Estima-se que a organização criminosa tenha lucrado cerca de R$7 mil por dia com a prática desses crimes.
 
Além dos mandados de prisão temporária, foram cumpridos, nas residências dos suspeitos, oito mandados de busca e apreensão por meio dos quais foram arrecadados diversos materiais relacionados às infrações penais.
 
A Delegada Talita Martins, responsável pelas investigações, observou o impacto da operação. “A operação Teleporte desmantelou uma quadrilha que gerou um prejuízo de quase 1 milhão de reais, sendo que esse prejuízo, na verdade, não é da empresa, mas de toda a população, visto que o déficit desse valor é repassado aos usuários nas passagens. Assim essa quadrilha tinha como vítima todo cidadão que utiliza o transporte público”.
 
Para o Delegado Rodrigo Bustamante, Chefe da Divisão Especializada de Investigação de Fraudes, "é importante alertar os usuários que utilizam estes cartões clonados, pois pela desproporção entre o valor real da passagem e o preço pago, além das condições de quem os oferece, podem sim presumir, no mínimo, que se tratam de cartões obtidos por meio criminoso", ressaltou.
 
Os suspeitos estão sendo investigados pela prática dos crimes de estelionato (pena: reclusão de 1 a 5 anos e multa), associação criminosa (pena: reclusão de 1 a 3 anos) e falsificação de papéis públicos (pena: reclusão de 2 a 8 anos e multa).
 
As investigações continuam para localizar outros dois suspeitos: Lucas Vitalino rocha, 19 anos, e Lucélio Gonçalves da Silva Filho, 24 anos, que também integravam a organização.

 

                                                                                                                                                                                                                           Divulgação PCMG

 

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