A mulher, de 41 anos, tinha autonomia na empresa para aumentar o valor do próprio cartão de alimentação, este fornecido por meio de convênio entre a empresa vítima e uma associação comercial que também está sendo investigada. Segundo apurado, a gerente de RH teria aumentado o valor do próprio cartão de R$ 240 para R$ 8 mil.
De acordo com o Delegado Denirval Campos da Cruz, para que o balancete da empresa fechasse em zero, a suspeita alterava valores na folha de pagamento de diversos funcionários, até mesmo de um que se encontra preso e de outros que não exercem mais atividades na empresa. “Ela fazia diversos joguetes contábeis, modificando no sistema bonificações, gratificações e até mesmo alterando valores salariais de outros funcionários. Com essa artimanha, a suspeita conseguia justificar o aumento em seu cartão alimentício”, esclareceu o Delegado.
A PCMG também investiga se há possível envolvimento tanto da associação conveniada quanto de um supermercado da cidade, onde a mulher fazia o resgate do dinheiro com o cartão de alimentação. Em um determinado mês, ela teria resgatado R$ 5.240 em dinheiro.



