Segundo levantamentos, o crime teria ocorrido entre dezembro de 2023 e abril de 2024. Apurações apontam que a mulher teria apresentado informações falsas sobre a situação financeira da entidade jurídica e omitido que os bens faziam parte do inventário do falecido marido e não pertenciam à empresa.
Confiando nas informações recebidas, a vítima investiu valores significativos no negócio, sofrendo um prejuízo financeiro superior a R$ 74 mil.
Em depoimento, a suspeita teria alegado que foi o homem quem propôs a sociedade e que ele, posteriormente, quis desistir do negócio. A investigada também afirmou que os valores recebidos da vítima foram usados para pagar dívidas da empresa e que não teria agido de má-fé.
Os policiais ouviram testemunhas, analisaram documentos e registros bancários, chegando, assim, às provas que confirmaram a prática do crime de estelionato por parte da investigada.
Assessoria de Comunic



