A investigação durou um ano e apurou a ação criminosa do grupo responsável pela captura de aproximadamente mil pássaros por mês, da espécie Saltator Similis, conhecido como Trinca Ferro, em toda a região do Sul de Minas, sendo esses levados para a cidade de Carmo de Minas e, posteriormente, transportados para a venda em feiras do Rio de Janeiro.
Há também acusações de possível adulteração de anilhas, instrumento utilizado para regularizar a criação dos pássaros.
No curso das investigações, foram apreendidos 170 pássaros da fauna silvestre, um veículo utilizado no transporte, quase uma centena de gaiolas, armadilhas e transportadores de pássaros.
As operações realizadas no decorrer da investigação tiveram apoio da equipe da Delegacia Regional de Polícia Civil em São Lourenço, da Polícia Militar e da Polícia Militar Ambiental.



