Quatro suspeitos foram presos durante operação realizada pelo Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran/MG), na tarde dessa quinta-feira (19), para reprimir o roubo, desmanche de veículos e receptação de peças em ferros-velhos e oficinas, na avenida Vilarinho, Região de Venda Nova, em Belo Horizonte.
Com suporte do helicóptero da Polícia Civil e de oito viaturas, 30 policiais da Coordenação de Operações Policiais (COP), da Delegacia Especializada de Investigação a Furto e Roubo de Veículos Automotores (DEIFRVA) e da Delegacia Especializada de Crimes Contra o Meio Ambiente e Conflitos Agrários fiscalizaram sete estabelecimentos que vendiam peças de veículos usadas com procedência irregular, além da suspeita de crimes ambientais.
O coordenador de Operações Policiais do Detran/MG, delegado Ramon Sandoli, elogiou o planejamento e levantamento investigativo dos policiais da DEIFRVA e reiterou que ações com esse foco preventivo serão pontuais em outras regiões da capital.
Já o delegado da DEIFRVA, Antônio Celso de Lanna Rabello, informou que foi preso o dono de um ferro velho que possuía mandado de prisão em aberto e exercia a atividade comercial criminosa. Os outros três suspeitos não tinham passagem pela polícia.
A operação foi encerrada com a apreensão de dois carros roubados que estavam sendo desmanchados no momento da abordagem e já tinham os chassis e a numeração raspados. Outros dois veículos também roubados foram apreendidos na Avenida Vilarinho e, um deles, tinha inclusive anúncio de venda. Peças com procedência irregular também foram arrecadadas.
Os policiais da Delegacia Especializada de Crimes Contra o Meio Ambiente e Conflitos Agrários flagraram indícios de crimes ambientais em alguns dos locais fiscalizados. Em uma oficina, o desmanche de carros era feito com vazamento de óleo para o chão. A unidade especializada investigará os crimes constatados no local.
Todo o material apreendido vai ser periciado. Os presos foram autuados em flagrante pelos crimes de receptação e adulteração de veículos e encaminhados ao Ceresp São Cristóvão, na Região Nordeste da capital, onde permanecem à disposição da Justiça. A investigação deve ser concluída em até 10 dias.
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Texto: Natalina Pontes



