Dentro da ação de âmbito nacional, foi deflagrada a operação Quebrando a Banca, resultado de investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. O alvo era uma organização criminosa envolvida com a exploração e a realização da loteria denominada “jogo do bicho”, naquela cidade, bem como dos crimes de ocultação de bens, direitos e valores (lavagem de capitais), peculato e delitos contra a ordem administrativa militar.
Em razão dessa ação, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e 67 de busca e apreensão, em três estados. Em Minas Gerais, foram três ordens de prisão e 64 de busca e apreensão, em Uberlândia e Patos de Minas; dois mandados de busca e apreensão em São Paulo e Santana do Parnaíba; e uma ordem de busca e apreensão em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O Ministério Público propôs ação penal contra 49 pessoas.
A operação Quebrando a Banca contou com a efetiva participação do Ministério Público de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, da Polícia Civil de Minas Gerais, da Polícia Militar de Minas Gerais e da Polícia Penal de Minas Gerais.



