Operação Fictus prende quadrilha envolvida em fraude de licitações

Por ASCOM-PCMG 10/05/2017 17h04

Após quatro meses de investigações, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou uma operação com o objetivo de desarticular associação criminosa dedicada à prática de estelionato. A operação, que recebeu o nome de “Fictus”, terminou com a prisão de Rogério Rodrigues Zambrana, 40 anos.

Também foram apreendidas embalagens da marca Lexmark, milhares de chips para reutilização de cartuchos, mais de dez mil selos de modelos diversos, de autenticidade e garantia das marcas HP, Lexmark, Samsung e Xerox, que seriam utilizados para a fraude. Além de todos os apetrechos destinados às ações criminosas, havia também cartuchos de impressão destinados à venda direta e participação em concorrências públicas.

                                                                                                                                                                                                               Divulgação PCMG

 


O chefe da Divisão de Fraudes, Rodrigo Bossi, ressaltou o grande trabalho da equipe. “Foi um trabalho muito bem feito dos policiais que resultou na apreensão de vários materiais falsos”, disse.

As apurações tiveram início após chegar à Delegacia Especializada informações de que a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) teria sido vítima da empresa, após processo licitatório, ao adquirir cartuchos para impressão contrafeitos. Foram realizadas diligências e a equipe de policiais identificou a empresa suspeita, solicitando à Justiça mandados de busca e apreensão à sede da empresa Shark Lazer, situada no bairro Nova Granada.

O delegado Hugo Arruda, responsável pelas investigações, explicou como tudo aconteceu. “Durante todo esse período, a empresa mudou o nome de ‘Giga Print’ para ‘Shark lazer’ e mudou também de endereço”, informou. “Eles vendiam cartuchos falsos e montavam sob demanda. Quando recebiam a encomenda, preparavam e entregavam”, completou o delegado”, completou. Uma terceira empresa envolvida na licitação também está sendo investigada.

Rogério foi preso em flagrante por crime contra a relação de consumo. Ele foi liberado após a audiência de custódia. Ele poderá responder pelos crimes de falsidade ideológica, fraude à licitação e estelionato.

As investigações continuam com o objetivo de verificar se a empresa teria participado de outras licitações para órgãos públicos, considerando a semelhança virtual com o produto original.


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