A investigação teve início na 6ª Delegacia de Joinville, em Santa Catarina, e se estendeu até Minas Gerais, onde ocorreram as prisões. O golpe consistia no uso de documentos falsos para criar contas bancárias e realizar financiamentos fraudulentos. O grupo criminoso adquiria veículos de alto valor, causando prejuízos a aproximadamente dez empresas em Santa Catarina e também no Paraná.
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