As investigações tiveram início no dia 13 de fevereiro, após as vítimas procurarem a PCMG relatando que a empresa celebrava contratos de prestação de serviço, recebia pagamentos pelos móveis a serem confeccionados, mas não entregava os produtos. Com base nessas informações, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) emitiu parecer favorável às representações, o que resultou na decisão do Poder Judiciário pelo cumprimento das medidas judiciais.
Durante a operação, foram realizadas buscas na residência dos investigados e nas instalações da empresa. Documentos que podem auxiliar na investigação foram apreendidos. Além disso, foram expedidos dois mandados de prisão preventiva contra os suspeitos, que se encontram foragidos e foram incluídos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP) e na Difusão Vermelha da Interpol. Também foi decretada a suspensão e retenção dos passaportes dos investigados.
A operação recebeu o nome Abietarii, termo em latim que significa "marcenaria", fazendo referência ao produto objeto do crime investigado, e contou com a participação de 21 policiais civis.



