Investigações apontam que advogado executado foi vítima de latrocínio

Por ASCOM-PCMG 08/03/2017 17h34

Após investigações realizadas em razão da morte de Pedro Juliano Freitas Mendes, de 32 anos, a Polícia Civil concluiu que o advogado foi vítima de latrocínio, roubo seguido de morte. Pedro foi encontrado já sem vida, no dia 20 de fevereiro desse ano, em seu apartamento no bairro Funcionários, região Centro-Sul da capital.

 

                                                                                                                        Divulgação PCMG


Coletiva de imprensa

 


Em razão desse crime, uma equipe de policiais civis viajou para o Rio de Janeiro onde foi preso Kendrick Alexsander Freitas Albernaz, 18 anos. No fim de fevereiro, a mesma equipe já havia cumprido mandado de prisão contra Brendo Igor Ramos Izidoro, de 21 anos.

Conforme declarações dos suspeitos, Pedro teria ido a região do Barro Preto em busca de um programa sexual. Após conversa com os rapazes, a vítima os teria levado para o seu apartamento, onde ficaram por algumas horas.

Os suspeitos afirmam ainda que, já no apartamento, a vítima teria se recusado a pagar um valor de R$ 400 reais à dupla, alegando considerar a quantia exorbitante. Kendrick e Pedro teriam então discutido e entrado em luta corporal. Em determinado momento, Kendrick aplicou um golpe conhecido como “mata leão” na vítima, que desmaiou. Nesse instante, ele teria ido até a cozinha para buscar uma faca, a qual foi utilizada para cortar o pescoço de Pedro.

 

                                                                             Divulgação PCMG

Presos

 

 

 


A perícia constatou que a vítima foi atingida na região lateral do pescoço com apenas um golpe de faca. Ainda conforme levantamentos realizados no local, foi constatado que os suspeitos levaram do apartamento uma TV, um vídeo game, um celular novo e uma caixa de joias. Os objetos foram colocados dentro de uma mala da própria vítima.

Os dois fugiram em um táxi até o centro da capital, onde se separaram. Brendo foi então para Ribeirão das Neves, onde foi preso no dia 23 de fevereiro, durante uma abordagem policial. Já Kendrick foi capturado no bairro Copacabana, no Rio de Janeiro, quando saía de uma sauna.

Durante declarações, Kendrick contou à Polícia que, quando adolescente, teria participado da morte de um policial militar no estado de São Paulo. A delegada Ingrid Estevam, que coordena o inquérito policial, ressaltou que a Polícia Civil investiga as versões apresentadas, assim como todas as provas coletadas até o momento.

                                                                                                              

 

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