As apurações, a cargo da 1ª Delegacia Especializada de Investigação aos Crimes Cibernéticos (DEICC) – pertencente ao Departamento Estadual de Combate à Corrupção e a Fraudes (Deccof) – duraram sete meses. Nesse período, a PCMG identificou que o líder do esquema ofertava cursos on-line dentro de uma conhecida plataforma de marketing digital e recebia participação nas vendas. Contudo, os cursos não possuíam conteúdo e as compras eram efetuadas com cartões de crédito clonados.
Durante a operação foram apreendidos equipamentos eletrônicos, vários chips de telefonia móvel, dois veículos de luxo, entre outros bens adquiridos com proveitos da atividade criminosa.



