Dupla é presa em condomínio de luxo na RMBH

Por ASCOM-PCMG 13/06/2019 14h17

Divulgação/PCMG

Um condomínio de luxo com rígido sistema de segurança. Foi nesse ambiente que a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desvendou um esquema de compra, armazenamento e distribuição de drogas de alta qualidade e valor de venda. Em razão desse crime, foram presos em flagrante, na última semana, Guilherme Coelho Souza (conhecido como Boy), de 26 anos, e Gabriel de Freitas Vieira Landim (o Freitas), de 21.

A dupla foi surpreendida no estacionamento de um prédio luxuoso, onde Guilherme mora com a família, localizado no bairro Vila da Serra, em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A Polícia acredita que os suspeitos estariam prestes a realizar uma grande transação de entorpecentes no momento da prisão.

Com os suspeitos foi encontrada considerável quantidade de droga, que era armazenada em um box, na garagem do condomínio. No curso da operação, foram apreendidos cerca de 25 quilos de maconha, 20 comprimidos de ecstasy, duas balanças de precisão, um veículo e aparelhos celulares. Durante buscas na casa de Gabriel, a equipe de Investigadores ainda localizou dois grandes invólucros plásticos (cerca de 700 gramas), contendo haxixe.

Investigações

As investigações iniciaram em fevereiro deste ano a partir da informação de que uma maconha de melhor qualidade estaria sendo comercializada e utilizada por jovens de classe alta, na capital e região metropolitana. Segundo apurado, a droga era adquirida com traficantes no Aglomerado da Serra, principal fornecedor, mas também há suspeita de que Guilherme buscava parte dos entorpecentes no Sul do país.

O Chefe do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), Delegado Júlio Wilke, explicou que apesar do rigoroso esquema de segurança para entrada no condomínio, os clientes dos suspeitos entravam com relativa facilidade a partir da permissão de Guilherme, que é morador.

Segundo o Delegado Windsor de Mattos Pereira, que coordenou as investigações, a família de Guilherme não tinha conhecimento da atividade criminosa exercida por ele. A irmã teria, inclusive, alugado um carro para o investigado trabalhar com aplicativo de transporte de passageiro.

Não foi encontrado registro policial contra Guilherme. Já o comparsa, Gabriel, foi preso em 21 de março deste ano por tráfico de drogas e associação para o tráfico, mas o jovem foi liberado quatro dias após a prisão. As investigações prosseguem para identificar demais pessoas que possam integrar a organização criminosa.

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