Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida no Jô Soares

Por ASCOM-PCMG 26/03/2014 18h20

                                                                  Divulgação TV Globo/Programa do Jô

Cristina Coelli falou sobre crimes como o sequestro e o tráfico de pessoas

A titular da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida de Minas Gerais, delegada Cristina Coelli Cicarelli Masson, participou, nessa terça-feira (25), do Programa do Jô, na TV Globo. Em quase trinta minutos de entrevista, a delegada explicou o trabalho cotidiano da Polícia Civil na Divisão, a importância de registrar rapidamente um desaparecimento e suas motivações mais comuns.

Com a experiência de 14 anos de atuação na investigação do desaparecimento de pessoas, Cristina Coelli falou sobre crimes como o sequestro e o tráfico de pessoas, pontuando ainda que a motivação mais comum para o desaparecimento é o conflito intrafamiliar. Para ajudar nas investigações e evitar reincidência nos desaparecimentos, a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida trabalha em conjunto com profissionais das áreas de Sociologia, Serviço Social, Psiquiatria e Antropologia.

Durante a entrevista, a delegada ressaltou que não é comum ver no Brasil pessoas traficadas de países de primeiro mundo. “Uma das motivações do tráfico é a vulnerabilidade social”, afirma.


Lei da Busca Imediata

A delegada Cristina Coelli desmistificou a ideia popular de que é necessário aguardar 24 horas para registrar o desaparecimento de uma pessoa. “Para o desaparecimento não há prazo, o registro precisa ser imediato”, declarou. Ela informou também, que em casos de crianças e adolescentes, existe ainda uma Lei Federal, conhecida como Lei da Busca Imediata, que determina buscas imediatas para localização da criança ou do adolescente desaparecido.

A Lei nº 11.259, de 30 de dezembro 2005, conhecida como Lei da Busca Imediata, determina a investigação policial imediata em casos de desaparecimento de crianças e adolescentes. A investigação deve ser realizada imediatamente após notificação aos órgãos competentes, que ficam incumbidos de comunicar o fato aos portos, aeroportos, Polícia Rodoviária e companhias de transporte interestaduais e internacionais, fornecendo-lhes todos os dados necessários para a identificação do desaparecido.

 

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Texto: Talita Lane

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