No início da simulação, que contou com a participação de testemunha, o suspeito continuou negando a prática criminosa. Mas, após conversas com os policiais, que aplicaram técnicas de interrogação, deixando-o ciente de seus direitos constitucionais, o investigado decidiu colaborar com a reconstituição do crime, demonstrando toda a dinâmica do evento e confessando a autoria.
Na reconstituição foi utilizado um pedaço de madeira parecido com a arma do crime, visto que esta foi enviada para análise da perícia, a qual também será responsável por emitir o laudo da reprodução simulada. Testemunhas ainda serão ouvidas e, após o encerramento dos trabalhos investigativos, o caso seguirá para apreciação do Ministério Público.



