O crime foi registrado no dia 17 de julho deste ano, no hotel onde os dois realizavam o programa. Após a conclusão do serviço, o suspeito, que se apresentou com nome falso, ameaçou a vítima com uma faca e a amarrou com toalhas. Em seguida, obrigou-a a desbloquear o celular e efetuou as transações, fugindo em seguida.
A Polícia Civil descobriu que o beneficiário do Pix era um irmão adotivo do investigado, sendo possível identificá-lo. As apurações indicam que num período de apenas 40 dias outras quatro profissionais do sexo sofreram assalto da mesma forma. Ao todo, o homem acumula dez registros policiais, desses, seis das vítimas são mulheres que oferecem serviços sexuais.
O inquérito policial segue em andamento para identificação de outras possíveis vítimas.



