De acordo com a Delegada Ana Paula Gontijo, a exclusão dos nomes se deve ao fato de três procedimentos investigatórios de estelionato. O primeiro caso identificado foi o de uma mulher que relatou que seu irmão havia morrido na tragédia, porém em consulta aos sistemas foi identificado que a suposta vítima teria morrido há 10 anos.
No segundo caso, uma senhora tentou se passar por mãe de uma suposta vítima, mas a documentação era fraudulenta.
E na sexta-feira policiais civis prenderam um homem morador de Praia Grande/SP, que afirmava que o irmão dele estava entre os desaparecidos. ¿Durante o depoimento o suspeito revelou que o seu irmão estava vivo e que o dinheiro da doação seria dividido entre três pessoas¿, disse a Delegada. Dando prosseguimento a investigação desse último caso, a PCMG conseguiu o endereço da suposta vítima da tragédia, que acabou sendo preso em virtude de um mandado de prisão existente contra ele. ¿De posse do nome do suspeito, constatamos que contra ele havia um mandado de prisão por homicídio cometido em Santa Catarina. A partir daí fizemos contato com a Polícia Civil de São Paulo passando o endereço do suspeito que foi preso na cidade de Praia Grande¿, ressaltou a Delegada.
A Delegada ainda informou que a PCMG está com outras investigações em andamento.



