PCMG desarticula organização criminosa especializada em extorsão

Por ASCOM-PCMG 13/11/2018 19h09

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desarticulou uma organização criminosa que atuava com extorsão mediante sequestro, na modalidade "falso anúncio", após identificar um cativeiro na cidade de Contagem, nesta segunda-feira (12). A ação terminou com a libertação das vítimas, com a integridade física preservada, e sem pagamento de resgate.

                                                                              Divulgação PCMG

Delegado Ramon Sandoli

 


Fabrício Leandro Faria, de 44 anos, e Rodrigo Tobias de Souza, 28 anos, foram presos em flagrante por extorsão mediante sequestro, organização criminosa, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Um dos autuados, que se encontra preso no Sistema Prisional, era o líder da quadrilha. De acordo com as investigações, ele planejava, organizava, definia as funções dos outros membros e, ainda, negociava o resgate. Além disso, foram apreendidos aparelhos de telefone celular, cerca de cinco quilos de maconha e uma arma de fogo de uso restrito.

As investigações, iniciadas há cerca de 30 dias, foram impulsionadas a partir de uma ocorrência em 1º de novembro, quando outra vítima teria sido atraída até a Região Metropolitana de Belo Horizonte pela oferta da venda de um caminhão. Segundo o Delegado Ramon Sandoli, responsável pelas investigações, a PCMG foi informada do crime apenas no dia seguinte, com a vítima já tendo retornado para sua casa, em Brasília/DF. “Iniciamos os trabalhos rapidamente e, apesar do pagamento de R$ 100 mil de resgate, os autores não conseguiram sacar o dinheiro, que foi bloqueado pela Justiça a pedido da PCMG. Conseguimos, também, evitar duas outras tentativas de extorsão mediante sequestro”, informou.

Segundo o Delegado, que é da Delegacia Especializada Antissequestro do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp), novas técnicas investigativas tornaram possível evitar que os crimes se efetivassem e, além disto, que pessoas fossem feitas reféns e efetuassem pagamento de resgate. ”Além de conseguirmos evitar que os crimes ocorressem, obtivemos êxito, com um trabalho de inteligência investigativa, no caso do sequestro consumado, resgatar as vítimas com a integridade física preservada. Com a desarticulação desta quadrilha, só este ano já evitamos um total de seis crimes de extorsão mediante sequestro antes que as vítimas fossem feitas reféns”, afirmou.

 

 

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