A operação teve por objetivo apurar diversos crimes de furto qualificado, receptação qualificada e associação criminosa praticados pelos investigados em desfavor de uma loja de telefonia celular, situada no município.
A delegada Lorena Rangel Almeida Dutra, que conduz a investigação, esclarece que os crimes estavam ocorrendo desde outubro do ano passado e descobertos por meio de uma auditoria realizada pela franquia. Logo após, a Polícia Civil foi acionada para investigar os delitos.
Conforme apurado, quatro suspeitos foram identificados durante levantamentos realizados no inquérito policial que apura os fatos. Um deles exercia a função de gerente na loja vítima, assim, usando de confiança, ele subtraia os aparelhos e os vendia por valores inferiores aos praticados no mercado. Outros três, identificados na investigação da PCMG, eram receptadores dos objetos, eles compravam os celulares furtados e os vendiam em outra loja de aparelhos eletrônicos, lucrando com a venda.
Estima-se que o prejuízo ultrapasse R$300 mil; a perda financeira fez com que a empresa fechasse as portas no município. "As condutas dos investigados, além de criminosas, prestaram um desserviço para a sociedade, uma vez que fechando o comércio eles também anularam a oportunidades de empregos no estabelecimento", pontua a delegada.
Três dos quatro investigados foram presos temporariamente durante a operação conjunta. Além disso, os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na residência deles e apreenderam mais de dez celulares. Um dos investigados não foi localizado.
Os três suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional e encontram-se à disposição da Justiça.



