A delegada Mariana Fioravante, que coordenou as investigações, esclareceu que, no dia 30 de outubro deste ano, a adolescente teria mandado áudios em um grupo do aplicativo cujo conteúdo refletia um discurso de ódio à população negra, e transfóbico e homofóbico contra a comunidade LGBTQIA+.
Tal conduta da jovem gerou indignação na população da cidade, que organizou um protesto, no início deste mês, em repúdio à disseminação desse tipo de conteúdo.
O procedimento de apuração de ato infracional foi remetido ao Ministério Público de Minas Gerais.



