Delegacia especializada é inaugurada em Montes Claros

Por ASCOM-PCMG 11/04/2013 03h31

A Delegacia Especializada em Crimes contra Mulher da Polícia Civil (DEAM), em Montes Claros, que completa um mês de funcionamento nesta quinta-feira (11), já contabiliza 103 requerimentos de medidas protetivas de urgência, sendo que 94 já foram encaminhados à justiça.  A delegada titular da unidade, Karine Maia Costa de Faria, informa que foram cumpridos 130 mandados de intimação para depoimentos, expedidos pela delegacia. Foram instaurados 64 inquéritos com 11 autuações em flagrante.
 
Segundo a delegada, o número de atendimentos confirma que o município de Montes Claros e região, necessitavam de uma delegacia especializada para atender às mulheres em situação de risco. “A delegacia foi criada para coibir a violência doméstica na região, além de punir os agressores”, afirma.

                                                                                                                                                                                       Divulgação PCMG

Delegacia Especializada em Crimes contra Mulher de Montes Claros


A delegacia que abrange além de Montes Claros, Juramento, Glaucilândia, Claro dos Poções e Itacambira, faz cerca de 30 atendimentos por semana. “O nosso atendimento é personalizado e, para isto contamos com uma equipe de cinco investigadores, duas escrivãs e uma estagiária voluntária”, ressalta a delegada Karine Maia. 

O setor de psicologia, responsável pelo atendimento e acompanhamento psicológico de vítimas e autores de violência doméstica e sexual, conta com uma psicóloga e nove estagiários. Em alguns casos, a vítima é encaminhada à outros órgãos como, Defensoria Pública, Conselho Tutelar e Ministério Público.

Perfil da violência

A maioria dos casos atendida pela DEAM é de violência doméstica e sexual. De acordo com a delegada, mulheres com faixa etária de 21 a 30 anos são as que mais procuram atendimento na delegacia. “Os tipos de violência mais comuns são ameaça, lesão corporal leve, grave e cárcere privado”, acrescenta.

A delegada Karine Maia recomenda às mulheres, que busquem ajuda e aponte os agressores, seja pessoalmente ou pelo Disque Denúncia (181). “A informação precisa chegar à delegacia, como forma de mostrar ao agressor que ele pode ser punido. Dessa forma a Polícia Civil pode fazer o trabalho de impor limites ao agressor”, destaca a delegada.


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Texto: Bruna Alessandra

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